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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Renault Fluence Confort 1.6 deve chegar ao Brasil


A Renault pode estar prestes a lançar uma nova versão do sedã Fluence no Brasil. E não estamos falando do 2.0 Turbo, já prometido e que deve aparecer por aqui durante o Salão do Automóvel. A versão em questão é a Confort, equipada com motor 1.6 16V flex e câmbio manual.

A montadora já trouxe uma boa quantidade de exemplares no mês passado, segundo apuramos. A versão existe na Argentina e já foi cotada para o Brasil, como adiantou o blog Autos Segredos. A nota triste é que a versão 1.6 será mesmo exclusiva para taxistas e empresas governamentais: “nem frotistas poderão comprá-la”, nos disse um concessionário.

Como se vê, a Renault parece ter aprendido que um sedã médio precisa preservar sua imagem de sofisticação e potência para manter suas vendas. Com o Mégane, a montadora logo vendeu uma versão 1.6 que só tinha apelo em faixas de preços mais baixas.
Fonte: BlogAuto

sábado, 21 de julho de 2012

RENAULT MEGANE GANHA SÉRIE SPORT EDITION NA AUSTRÁLIA


A Renault Megane ganha a edição limitada Sport Edition na Austrália. A edição está disponível na variação hatchback 5 portas e é baseada na versão de entrada Dynamique com motor 2.0 mas com o acréscimo de diversos equipamentos. Os preços iniciais ficam em AUD 23,990 (R$ 50.190,00).


Com base no modelo de nível de entrada Dynamique, o Mégane Sport Edition adiciona rodas de liga leve aro 17″ Schuss, sensores de estacionamento traseiros, vidros traseiros escurecidos, faróis de neblina, volante revestido em couro, além de emblemas alusivos à edição limitada e LED’s diurnos. A série especial também ganha a cor exclusiva Prussian Blue.

A produção será limitado a 115 unidades, e a Sport Edition terá preço de 23.990 dólares para a versão manual de seis velocidades, e $ 25.990 (R$ 54.374,00) com o automático CVT. Ambos os preços não incluem o frete.

Assim como a versão Dynamique, a Sport Edition é alimentada pelo motor 2.0 a gasolina de quatro cilindros, produzindo 138 cv de potência e torque máximo de 19,8 Kgf/m. O consumo de combustível divulgado é de 12,2 km/l em circuito misto. A linha Megane é atualmente a mais vendida da Renault na Austrália, perfazendo 38,6 por cento das vendas no acumulado desde o inicio de 2012.
Fonte: CarPlace

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Renault já produz primeiras unidades do Clio reestilizado na Argentina


A Renault anunciou na última semana na Argentina que começou a produzir as primeiras unidades pré-série da nova versão do Clio, que chegará com um novo visual no final deste ano. Mas ao contrário do recém-lançado modelo europeu, o “novo” Clio não será nada mais do que uma versão reestilizada do atual modelo à venda em nosso País, lançado lá fora em 1998.

Para a produção definitiva do Clio em Córdoba, a Renault aplicará um investimento de 400 milhões de pesos, algo em torno de R$ 180 milhões, que serão destinados para ampliação e modernização da unidade hermana. Para diferenciar o modelo com face-lift do carro atual, que permanece com o mesmo visual de 2001, o novo hatch ganhará o sobrenome Live, pelo menos na Argentina, segundo informou o site Cadena 3.

As principais novidades estéticas serão encontradas na parte frontal da carroceria do Renault Clio 2013, onde serão modificados a grade, faróis e para-choques, se alinhando com a nova filosofia de design da montadora francesa. O interior também deverá receber mudanças. Por outro lado, a mecânica permanecerá inalterada.
Fonte: BlogAuto

terça-feira, 17 de julho de 2012

Novo Renault Clio reforça atraso do Fiat Punto na Europa


O lançamento da quarta geração do Renault Clio colocará em xeque o futuro do Fiat Punto, que é um dos principais produtos da marca italiana na Europa. Conforme apontou Philippe Barrier, analista do setor automotivo do Société Générale, à agência Reuters, o Punto “está ficando mais para trás. Todos os seus principais concorrentes tiveram atualizações”, se referindo aos novos VW Polo, Peugeot 208, Ford Fiesta e Opel Corsa.

Não só isso, o Punto ainda não tem data para mudar. O projeto para a nova geração foi congelado devido a crise econômica na Europa.

Outro ponto que pode atrapalhar a Fiat é o fato do novo Clio, na versão de entrada, também concorrer com o 500, outro importante modelo da marca italiana no Velho Continente, de acordo com a analise de Barrier. A reação da montadora de Turim deverá acontecer em dois anos, período em que a marca poderá perder parte de sua competitividade na categoria.

Ironicamente, a nova geração do Clio tem um estilo para lá de italiano. O carro é o primeiro projeto completo de Laurens van den Acker, o novo chefe de desenho e há três anos na Renault. Essa influência é notada em detalhes como as maçanetas escondidas, o interior em duas tonalidades e a carroceria que lembra o formato de um cupê.

O Clio 2013, que será fabricado na França e Turquia, começa a ser vendido na Europa a partir de agosto com preços começando em € 14.550 (cerca de R$ 36.260, sem impostos brasileiros). No ano passado a Renault vendeu 302 mil Clio na Europa, enquanto a Fiat emplacou 210 mil Punto e outros 157 mil Cinquecento.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Avaliação: Renault Twizy, tão racional que até irrita


Para vocês verem como a função original do automóvel foi distorcida com o tempo. Hoje em dia, os chamarizes dos modelos mais desejados são “status”, “teto solar panorâmico”, “faróis de LEDs”, “pintura branca”, “visual off-road” e por aí vai. Nenhum deles visto de maneira racional – até o LEDs, que têm função de segurança, acabam na lista mais para diferenciar seu carro dos outros.


O mote do carro gira sempre em torno da “liberdade”, mas o que temos na realidade é uma prisão chamada trânsito e aí o que as marcas vendem? Conectividade por smartphones, blindagens (em alguns casos), sistemas de GPS para encontrar caminhos alternativos, etc. Tudo isso porque não abrirmos mão de certos confortos como ar-condicionado, vidros elétricos, direção assistida e motores com torque elevado para sair à toda dos semáforos e evitar que algum motorista “abusado” resolva dar seta para entrar na sua frente…


Pois quando andamos num veículo como o Twizy, da Renault, reencontramos a função básica do automóvel: ir de um ponto a outro com rapidez e praticidade. Para quem ainda não conhece o modelo, trata-se de um quadriciclo elétrico, mas que não se encaixa exatamente nessa definição. Para mim, é um carro, sim, com bitola estreita e dois lugares, um atrás do outro. Guia-se como um automóvel qualquer. O volante é idêntico, mas sem assistência, pedal de freio e acelerador também, e câmbio automático com apenas três posições – Drive, Ré e Neutro. Há cinto de três pontos mais um vertical para segurar o motorista em choques laterais e até airbag frontal.


Você procura por conforto? Então, o Twizy não é para você. O cockpit é aberto e o máximo de isolamento do exterior ocorre quando as portas removíveis estão instaladas, mas sem vidros. O banco é simplório e uma viagem mais longa vai cansar. Sistema de som? Só se for do carro do lado. Não há descansa braço nem ar-condicionado – se estiver frio é melhor aceitar o eterno conselho das mamães e ir agasalhado.

Parece ruim, mas o Twizy faz a gente lembrar do tal mote da liberdade. Com 2,76 m² de área, o carrinho cabe em qualquer canto, o motor elétrico tem força suficiente para levá-lo a 80 km/h e sua estabilidade é impressionante graças ao centro de gravidade baixíssimo. Até o passageiro vai, de certa forma, tranquilo atrás desde que o motorista não seja muito alto.

O melhor é gastar uma merreca para recarregá-lo. São apenas 3 horas numa tomada 220 V e 100 km de autonomia para rodar. A Renault não disse quanto consome o Twizy, mas seu irmão bem maior, o Fluence Z.E, roda cerca de 17 km com apenas R$ 1. Ou seja, o pequenino certamente vai bem mais longe com esse valor.

Mundo perfeito? Não. O Twizy ficará preso no trânsito como qualquer outro carro afinal não dá para imaginá-lo encontrando espaço entre outros veículos maiores como as motos fazem. O preço por aqui seria impublicável. Se na Europa custa cerca de 7 mil euros aqui não sairia por menos de R$ 50 mil com os atuais impostos. Mas basta imaginar uma cidade cheia de carrinhos urbanos como esse para ver menos congestionamento e poluição no ar. Ao menos para ir e vir do trabalho. No fim de semana, o grande, confortável e poluidor utilitário esportivo ainda deve ser a melhor pedida para a família ir ao shopping ou ao supermercado.
Fonte: BlogAuto
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